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‘Uma das meninas estuprada denunciou o abuso’, diz tia

Em entrevista ao portal Paraíba, do Sistema Arapuan, a tia das meninas estupradas pelo padrasto e o vizinho, um ex-policial, disse que a mais velha de 10 anos de idade – outra tem 9, já havia denunciado os abusos.

Continua com a leitura abaixo do noticiário exclusivo do Sistema Arapuan de Comunicação:

A tia das duas meninas de 9 e 10 anos que foram estupradas pelo padrasto e o vizinho ex-policial militar falou com exclusividade ao Sistema Arapuan nesta quinta-feira (06). Em um local reservado para proteger as crianças, ela falou que a menina mais velha já havia denunciado os abusos.

O ex-PM de 55 anos de idade foi preso na tarde da quinta-feira (30), no distrito de Forte Velho, zona rural de Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa, suspeito de abusar sexualmente de duas crianças. O padastro das crianças também é suspeito de abusos e está sendo procurado.

“A tia, que não quis se identificar, contou que uma das meninas alertou que o padrasto abusava dela e pegava nas partes íntimas e depois disso descobriram que a outra estava sendo abusada pelo vizinho.

O padrasto dizia que era do estado de Goiás e afirmou que ninguém tem contato com a família dele. Ela pediu que quem tenha informações do paradeiro dele denuncie para que outras famílias não passem o que esta está passando.

A delegada de Polícia Civil, Paula Monalisa, as vítimas relataram que o ex-policial atraia elas para uma fábrica de móveis, que ele tem nos fundos de uma casa, e dava dinheiro as crianças para cometer os abusos.

De acordo com a polícia, por parte do padrasto, os abusos ocorriam há cerca de 3 meses. O padrasto já foi identificado está sendo procurado.

As crianças eram abusadas pelo padrasto e pelo vizinho, um ex-policial militar de 55 anos. A tia ficou com a guarda das crianças porque a justiça decidiu tirá-las da mãe, uma vez que o padrasto é considerado foragido da Justiça, o ex-policial passou por audiência de custódia e foi liberado em seguida.

De acordo com a delegada Paula Monalisa, que acompanha o caso, o suspeito foi liberado após o juiz expedir um alvará de soltura. A Polícia Civil continuará as investigações.”

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