Sobre operação em Cabedelo, Walber afirma que assiste tudo com indignação
Segundo colocado na eleição suplementar, deputado disse: 'ultimas gestões na respeitam as leis'

Segundo colocado na eleição suplementar de Cabedelo do último domingo (12/4), o deputado estadual Walber Virgolino (PL) não teria se surpreendido com a Operação Cítrico, deflagrada na manhã desta terça-feira (14/4) pela Polícia Federal, Gaeco do Ministério Público da Paraíba e Controladoria Geral da União.
O prefeito recém eleito Edvaldo Neto (Avante), que estava na interinidade do mandato desde a cassação do antecessor André Coutinho ano passado, foi afastado do cargo. Em contato com a reportagem, o parlamentar demonstrou um sentimento de indignação, mas ao mesmo tempo aliviado por haver advertido o esquema desde a campanha de 2024.

Virgolino disse que o grupo que comandou a Prefeitura de Cabedelo nas últimas gestões “não respeita as leis e sentem verdadeiros donos da cidade“. Lembrou que a cassação de André Coutinho aconteceu por uma decisão da coligação que representou, que interpôs junto a Justiça Eleitoral da Paraíba cinco AIJE’s, apontando abuso de poder econômico. E o mais grave: o envolvimento com o tráfico de drogas.
Anotou, ainda, que é uma situação que ocorre há anos, “desde a gestão de Vitor Hugo“. Walber acompanha os fatos e torce por uma solução imediata. Ele não opinou se tem a perspectiva de ocupar a Prefeitura. Mais de 20 mil eleitores não foram as urnas votar na eleição suplementar, decerto, prevendo que algo errado estava para acontecer. E aconteceu!
Redação



