
O Padre Egídio de Carvalho invocou o clero e várias autoridades paraibanas como testemunhas da ação criminal da qual é acusado de desviar R$ 140 milhões do Padre Zé, instituição filantrópica com atuação em João Pessoa.
Em resposta a Quarta Vara Criminal, a defesa pede que a denúncia-crime do Ministério Público seja declara inepta, ou seja, que não seja aceita por ter, conforme os defensores, descumprido requisitos obrigatórios desde o oferecimento.
Ainda, conforme a defesa, é questionada a narrativa de como a investigação chegou ao entendimento de que Egídio teria praticado irregularidade quando da compra de um automóvel Spin para o uso do Hospital Padre Zé.
Alega também que a narrativa da denúncia é incompatível com os documentos que a acompanham e que o Ministério Público confunde o que é patrimônio público e privado.



