Esporte

Qual melhor goleiro do futsal do N/N? Sem dúvida, Givaldo

Ele era capaz de pegar um chute a curta distância com uma mão só, e foram muitas vezes

Talvez, o melhor goleiro de futsal do Norte Nordeste, quiça do Brasil, Givaldo Leal de Menezes (foto) começou a herdar essa condição no ano de 1960, ou seja, há 65 anos atrás, quando tudo começou jogando pelo famosíssimo Santos de Tereré, de saudosa memória. Por esse clube, Givaldo passou por diversas categorias, desde o infantil, juvenil, amador e profissional.
Porém, no futsal de hoje e futebol de salão de então, foi aonde ele mais se destacou, principalmente conquistando vários títulos Norte e Nordeste, jogando pelo Esporte Clube Cabo Branco. Capaz de pegar um chute de curta distância com uma mão só, Givaldo se consagrou e nos dias atuais é lembrando pelos amigos e atletas que passaram pelo seu comando quando se tornou treinador.
Pois bem, o portal “Esporte do Vale” o entrevistou e o site extrapb.com.br replica o noticiário divulgado no espaço dedicado “Você se lembra do goleiro Givaldo?“, da coluna Serpa Di Lorenzo. Confira e siga abaixo com a leitura.
Ele teve o privilégio de nascer na belíssima capital paraibana, precisamente no dia 29/10/1949, e de crescer em uma família que respirava esporte. Foi por seus pais registrado e batizado com o nome de Givaldo Leal de Menezes, mas para o mundo da bola pesada ficou conhecido como o seguro e habilidoso goleiro “GIVALDO”.
Tudo começou no ano de 1960, jogando futebol de campo no saudoso Santos Futebol Clube de Tereré.
Naquela agremiação, que encaminhou e incentivou milhares de jovens ao esporte, Givaldo fez moradia começando na categoria infantil, passando no juvenil, no amador e encerrando no quadro profissional. Disputou vários campeonatos paraibanos, conquistou títulos e teve a oportunidade de jogar ao lado de atletas como Vandinho, Joca, Raimundo, Zito Camburão, Vuca e Leonardo. Também foi no Santos Futebol Clube de Tereré que o nosso homenageado iniciou a sua vitoriosa carreira de goleiro de futebol de salão.
Em 1964 foi transferido para o tradicional Esporte Clube Cabo Branco. Ali, no alvirrubro de Miramar, ele dedicou uma vida inteira ao futebol da bola pesada, jogando nas categorias infantil, juvenil, adulto e máster. Foi treinador de várias gerações e diretor de esportes do Alvirrubro de Miramar. O seu nome é uma referência naquela instituição que tantas alegrias proporcionou aos amantes do esporte. Givaldo atuou ao lado de atletas como Walter Castelo Branco, Waldez, Bertinho, Bêta, Aldanir, Luiz da Banda, Vuca, Moreira, Nêgo Gilson, Guarabira e tantos outros que lotavam os antigos ginásios de esportes do Norte Nordeste. Os títulos foram muitos. Quem teve o prazer de vê-lo embaixo de uma trave de futebol de salão vai lembrar de suas espetaculares defesas, dos lançamentos que deixavam o pivô na cara do gol adversário e as encaixadas de bola utilizando apenas uma mão.
Givaldo também participou dos famosos Jogos da Primavera, conquistando o tricampeonato defendendo as cores do Colégio Comercial Getúlio Vargas, saudoso educandário do professor Wanderlei. Defendeu as cores da Unipê nos Jogos Universitários Paraibanos, conquistando vários e seguidos títulos. Com a seleção paraibana universitária, foi terceiro lugar por duas vezes nos Jogos Universitários Brasileiros, onde teve a oportunidade de defender as cores da Paraíba nas cidades de Salvador – BA, Curitiba – PR, Fortaleza – CE e Porto Alegre – RS.
Titular absoluto do Esporte Clube Cabo Branco por vários anos, nome obrigatório nas convocações das seleções paraibanas, Givaldo foi várias vezes sondado pelos dirigentes do Clube Náutico Capibaribe do Recife e pela Sumov Atlético Clube de Fortaleza, equipes   destaques na bola pesada nas décadas de 60 e 70. Quando seu nome já era uma referência no Nordeste, ele teve a oportunidade de ser convocado para integrar a seleção brasileira de futebol de salão. Os afazeres e a distância não permitiram a sua participação.
Hoje, aposentado, formado em Educação Física e em Direito, Givaldo abre os seus álbuns com fotografias e lembranças de uma época áurea do nosso esporte amador e lamenta muito os atuais destinos do seu querido e inesquecível Esporte Clube Cabo Branco.
Para nós, torcedores, cronistas e desportistas paraibanos, ficou a certeza de que o senhor Givaldo Leal de Menezes, o popular paredão “GIVALDO”, escreveu o seu nome com tintas douradas e perpétuas na brilhante história do futebol de salão paraibano”.
 
Serpa Di Lorenzo

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