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Diplomação do eleito em Cabedelo pode ser barrada nos tribunais superiores

Em Brasília, ministros não toleram tráfico de drogas, feminicídio ou atentado a criança e adolescente

Seria de bom alvitre se à Justiça Eleitoral de Cabedelo esperasse o relatório da Polícia Federal sobre a Operação Cítrico, antes de manter a diplomação do prefeito eleito Edvaldo Neto e Evilásio Cavalcanti, chapa vencedora da eleição suplementar da cidade realizada no último dia 12/4.

Por enquanto, a juíza Thana Michelle Carneiro Rodrigues decidiu pela manutenção da data da diplomação para o dia 25/4, mesmo impedindo Edvaldo de retornar para complementar a interinidade à frente da Prefeitura de Cabedelo, comandada atualmente pelo vereador José Pereira.

O relatório da PF pode ser bombástico, a julgar pelo envolvimento da sogra do prefeito interino afastado com o chefe do tráfico em Cabedelo, conhecido por “Fatoka“, integrante do Comando Vermelho com atuação no Rio de Janeiro.

O que mais incomoda a população da cidade é que essa situação não é levada em consideração pela Justiça Eleitoral da Paraíba, ainda mais quando se sabe que os tribunais superiores não toleram três tipos de crimes: tráfico de drogas, feminicídio e atentado contra a crime e adolescente. A primeira hipótese é a que combina com Cabedelo.

Neste sentido, a oposição se movimenta para impedir a diplomação da chapa eleita no último dia 12 de abril. É importante lembrar, ainda, que mais de 20% dos eleitores da cidade não compareceram para votar no domingo da eleição suplementar.

 

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