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Sem ‘influência’ no STJ, Edvaldo Neto sofre uma derrota no Tribunal Superior

Vereador estava na interinidade do cargo e defensores pediram para suspender afastamento

Com “influência zero” no Superior Tribunal de Justiça, a defesa de Edvaldo Neto (Avante; foto) teve pedido para suspender seu afastamento da Prefeitura de Cabedelo negado nesta sexta-feira (15/5).

Ele está afastado das funções desde 14 de abril, após a Operação Cítrico da Polícia Federal, que investiga, entre outras coisas, um esquema de fraude em licitações, também de ligação com uma facção criminosa. São essas apurações em curso.

De acordo com informações veiculadas pelo Jornal da Paraíba, a decisão do ministro Rogério Shietti Cruz tem como base uma questão processual, quando o STJ não pode intervir enquanto o Tribunal de Justiça da Paraíba não julgar o agravo regimental em tramitação na Corte Judiciária local, evitando desse modo a chamada “supressão de instância“.

Edvaldo foi eleito prefeito de Cabedelo durante eleição suplementar em 12 de abril. Obteve ampla maioria de votos contra o seu opositor e deputado estadual Walber Virgolino (PL). Porém, o pleito teve uma abstenção que beirou os 23%. No dia 14/4, no entanto, ele recebeu a visita da Polícia Federal na operação batizada de “Cítrico”, consequentemente, afastado do cargo pela Justiça Comum.

O recurso do prefeito afastado ainda está pendente no Tribunal de Justiça aguardando um parecer do Ministério Público. Segundo o Jornal da Paraíba, “a defesa de Edvaldo foi procurada para um posicionamento, mas não respondeu atualização dos jornalistas“.

Redação com o Jornal da Paraíba

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