Exige-se justiça para um crime com requinte de crueldade caso de Rubinho
Assassinato do engenheiro na madrugada de domingo teria sido uma emboscada

Um crime desumano chamou a atenção da população paraibana caso que vitimou o engenheiro Rubens Fernando da Costa Filho, 29, morto com cinco tiros durante uma festa realizada no município de Lagoa Seca-PB. A versão é que aconteceu por causa de ciúmes do suposto autor Christian Dantas, preso em flagrante.
A sociedade exige justiça. É o mínimo que a família espera pede, exige e clama… Que assim seja e que não haja impunidade de jeito nenhum. Não se trata de um julgamento prévio e que não haja o “na dúvida, pró réu” nesse caso.

Em entrevista à imprensa, o primo de Rubinho como era mais conhecida a vítima falou sobre o assassinato do engenheiro, e descreve-o como uma pessoa de bem e sem histórico de conflitos. Pelo contrário, era um rapaz trabalhador.
“Uma surpresa gigantesca, primeiro porque ele era um cara do bem e para o bem. Nunca foi de brigar com ninguém. Quando soubemos do episódio diante das situações que ocorreram, foi muita surpresa e tristeza. Estamos todos abalados. Um anjo que nós tinhamos na família, uma pessoa que só trabalhava. Estamos sem entender tamanha maldade…”
“… Na verdade, o que nós sabemos é que na festa houve esse desentendimento. Ele (o suspeito) saiu da festa e esperou o Rubinho no estacionamento, quando cometeu o crime. Motivo torpe, sem dar condições de defesa da vítima. Estamos estarrecidos e procurando entender a dinâmica do que aconteceu. O que nós temos certeza é que o Rubinho não provocou ninguém…”
“… Não fez nada para acontecer tal fato. O simples fato de você ir para uma festa armado já está dizendo qual a sua intenção, que é provocar o mal a alguém e, infelizmente, foi contra o Rubinho. Nós não vamos ficar calados ou quietos, vamos buscar justiça“, disse o primo da vítima.
Pois bem. Que à justiça faça justiça é o que a sociedade exige para um crime com requinte de crueldade.
Redação – Foto: Reprodução/TV Correio



