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Delegado Morroni e agente são exonerados das funções; eles não foram demitidos

Braz Morroni e 'Mão Branca' são investigados no âmbito da Operação Pérfidus da Polícia Civil

Em sua edição desta quinta-feira (29/10), o Diário Oficial do Estado traz a exoneração do delegado da Polícia Civil, Braz Morroni de Paiva Júnior (foto) e do chefe de investigação Eduardo Jorge Ferreira do Egito, mais conhecido como “Mão Branca”. O ato não trata de demissão do serviço público.

As exonerações tratam apenas das funções comissionadas em delegacias especializadas. Morroni e “Mão Branca” são investigados por suspeita de participação em um suposto esquema envolvendo agentes públicos e pessoas ligados ao tráfico de drogas.

O agente Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido por “Bomba” não exercia cargo em comissão. Ele, o delegado Morroni e “Mão Branca” são investigados no âmbito da Operação Pérfidus, deflagrada pela Polícia Civil. Os três são réus em processo que tramita na Justiça Comum.

Foram colocados em liberdade desde 25 de setembro pelo juiz Salvador de Oliveira Vasconcelos, cuja alegação em seu despacho anotou que os três suspeitos já estavam formalmente afastados de suas respectivas funções na Polícia Civil.

Ainda na decisão, o magistrado determinou que todos devem comparecer à Justiça a cada 30 dias para cumprir procedimentos judiciais, além de não manter contato com testemunhas, corréus e outros investigados da operação. O caso teve repercussão nacional, com direito ao noticiário do programa Fantástico, da TV Globo.

Redação

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